Antígeno Prostático Específico
Em 1.971 foi caracterizada uma molécula reconhecida como componente antigênico do plasma seminal humano, cujo gene pertence à família do gene da calicreína humana, localizada no braço longo do cromossomo 19. Somente em 1.979, essa molécula foi nomeada de antígeno prostático específico (PSA), sendo exaustivamente estudada, culminado a partir de 1.981, com pesquisas a respeito de sua ligação com o câncer de próstata.
O câncer de próstata é o segundo mais diagnosticado depois do de pele, na população masculina, no mundo ocidental, com uma incidência mundial, que parece estar aumentando anualmente cerca de 2 a 3%. É a segunda mais comum causa de morte por câncer, após o de pulmão, na população masculina americana, com taxa de mortalidade duas vezes maior em homens negros que em brancos. Embora amplamente reconhecida a necessidade de diagnóstico precoce, quando a doença está ainda confinada à glândula, na maioria dos homens já está na fase avançada, quando do diagnóstico. Foi com a intenção do diagnóstico precoce que as dosagens de PSA, uma vez disponíveis, foram intensamente utilizadas nos últimos dez anos.
Ocorre que durante este período o conhecimento da biologia do tumor, bem como o comportamento do seu marcador, o PSA, avançaram grandemente, tornando-se necessária uma revisão dos conceitos iniciais, bem como uma mudança na metodologia analítica do marcador.
Download do artigo completo em PDF: Informes Científicos - Antígeno Prostático Específico


